Cadeira de balanço

  
Naquela tarde sentada permaneci, observando enquanto a chuva lá fora caia torrencialmente, eram as últimas chuvas do verão e no céu ao longe já se via aquele azul  celeste em um degrade tão perfeito que talvez eu nunca consiga descrever a sensação que me causará, eu tinha uma cadeira de balanço na qual eu me sentava hora para observar a vida, hora para pensar sobre como tudo aconteceu, porém vez ou outra eu apenas me sentava nela para ficar em silêncio comigo mesma e naquele dia era o dia do silêncio, apenas observava como a natureza em sua perfeição, procura realizar todos seus acontecimentos de maneira fluida porém não passional, se prestássemos mais atenção na natureza talvez fossemos menos afobados na tentativa exacerbada de ser a todo momento não deixamos simplesmente que as coisas aconteçam, que sejam, que se desenvolvam, porém novamente silenciei a mente e apenas observei a chuva que agora não era mais torrencial e apenas uma branda e gostosa água que me despertava a louca vontade de banhar-me.

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